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Visita da Mãe Medianeira de todas as Graças

Com grande alegria, reconhecemos que este ano a Vida Religiosa Consagrada do RS foi agraciada pela visita da Capelinha de Nossa Senhora Medianeira de Todas as Graças, a Rainha do povo gaúcho, e de São Pedro, Padroeiro de nosso Estado.

Maria comunica a vida que traz em si, servindo a vida que é gestada em Isabel. Esta, por sua vez, sob a luz do Espírito Santo, reconhece a vida do Salvador que Maria traz no ventre. “O motivo do encontro é a vida do Salvador. Ele é a fonte de alegria e de exultação. O espírito que paira no encontro é de louvor e de felicidade”.

No encontro entre Maria e Isabel, está inserido traços de um encontro entre Jesus e João. E, este encontro foi iluminador com o convite especial para vivenciarmos juntos uma experiência de fé e comunhão no espírito do Jubileu 2025, inspirados pelo tema Peregrinos de Esperança.  

Afirmamos que esta peregrinação de Maria, a Medianeira, foi um tempo de renovação espiritual, de fortalecimento da fraternidade e de compromisso com a missão que nos foi confiada.

Foi uma verdadeira peregrinação, pois promoveu comunicação e integração entre as diversas comunidades religiosas do estado, organizando encontros com a Capelinha, Celebrações comunitárias, Oração pessoal, partilhas e houve muita confraternização.

“Este contágio da esperança da graça é o vendaval que a Vida Religiosa Consagrada foi convocada a promover. Para isso, é preciso continuar peregrinando, pôr-se a caminho diariamente com autenticidade e fidelidade ao que fomos chamados a Ser, bem como nos interpela o poema de Dom Pedro Casaldáliga (1928-2020): 

Ser o que se é.

Falar o que se crê.

Crer no que se prega.

Viver o que se proclama, até as últimas consequências.

Como Servas de Maria, dedicamos a ela um lugar especial em nosso dia a dia. Maria, exemplo de doação, entrega amorosa, modelo de simplicidade e serviço. O Beato Edmundo dizia “a Oração constante a Maria, é uma das armas mais eficientes”.

Chamadas a sermos servas nos colocamos em sintonia com o projeto do Pai a fim de realizarmos a sua vontade. Mas para que o nosso servir seja de fato um Servir a Deus precisamos cultivar em nós “os mesmos sentimentos de Cristo Jesus” (Fl 2,5).

Encerrando o Ano Jubilar, como Consagradas peregrinas de Esperança, movidas pelo Espírito Santo, luz que irradia esperança: “mantém-na acesa como uma tocha que nunca se apaga, para dar apoio e vigor à nossa vida”, como afirma o Papa Francisco. Somente assim seremos livres o bastante para abraçar a vontade e o desejo de Deus a nosso respeito, aumentando sempre mais nosso fervor como peregrinas de Esperança.

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